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Projetos levam alegria em momentos difíceis

19.12.2017 | Saúde e Qualidade de Vida

O sorriso é a razão principal de dois projetos selecionados no 2º Edital de Projetos Culturais do Instituto CCR. Cirurgiões da Alegria e Salvando Risos são apresentados pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto CCR, por meio da Lei Rouanet, com apoio, respectivamente, das concessionárias CCR AutoBAn e CCR RodoNorte. Por meio da arte dos palhaços, eles procuram levar momentos de alegria a adultos e crianças que estão hospitalizados. Conheça um pouco mais sobre cada iniciativa:


Cirurgiões da Alegria
“Com o nosso trabalho, nós conseguimos tirar o foco da situação em que a pessoa está.” A frase do fundador do Cirurgiões da Alegria, Eliseu Pereira, representa o trabalho do grupo fundado em 2006. Com atuação em hospitais de Limeira e de Campinas (SP), a iniciativa é formada por oito pessoas e objetiva contagiar com alegria pessoas em internação.
De acordo com Eliseu, atividades como a dos Cirurgiões da Alegria não são somente uma visita a um paciente. “O riso produz enzimas que colaboram para melhorar o estado do paciente”, afirma. Esse efeito encoraja os participantes a vencerem a incerteza que ronda a rotina do projeto. “Quando abrimos a porta de um quarto, não sabemos o que nos espera”, comenta o fundador da instituição.
“O apoio do Instituto CCR nos permite um planejamento melhor, tanto que vamos abrir mais oportunidades no Cirurgiões da Alegria”, afirma Eliseu. Os planos do fundador do projeto vão além disso: “Esse suporte é o primeiro passo da escola de palhaço que queremos montar”.

Salvando Risos
Atuando em Ponta Grossa (PR), o Salvando Risos conta com uma equipe de 63 pessoas, sendo 34 delas palhaços, que cultivam sorrisos entre crianças e adultos que estão em tratamento hospitalar. Além da atuação nos hospitais, o grupo também realiza apresentações teatrais.
“Não é só pôr uma máscara, então precisamos de uma preparação maior, o que conseguiremos com o apoio do Instituto CCR”, afirma Bruno Madalozo, fundador e coordenador do Salvando Risos. Para 2018, o projeto investirá na capacitação de quem faz as pessoas sorrirem. “Assim, é possível levar uma qualidade melhor aos pacientes”, complementa.
Sobre a atuação do Salvando Risos, Bruno destaca a relação do projeto com os medos existentes nos hospitais. “Para uma criança, o problema é a agulha, é a injeção, é o médico, então, com a nossa atuação, ela se sente mais em casa”, explica. Porém, ele ressalta um ponto que, num primeiro momento, pode parecer estranho: o projeto é ainda mais importante para os adultos. “O medo de quem já é grande está na morte, então, apesar de não conseguirmos mudar a realidade, fazemos as pessoas se esquecerem dela por um período”, conclui.

Salvando Risos Salvando Risos
Autor: Divulgação