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Caminhos para a Cidadania propõe mais interatividade e inovação

30.01.2020 | Educação e Cidadania

Assessoria pedagógica, material didático atualizado de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e atividades interativas e inovadoras. Há 15 anos, a Escola Oscar Ferreira de Godoy, de Santa Isabel (SP), conta com esses benefícios oferecidos pelo Caminhos para a Cidadania, programa desenvolvido pelo Instituto CCR.

Para Elisangela de Ávila Queluz, orientadora pedagógica da escola, trabalhar com a gente permite o desenvolvimento interdisciplinar entre os componentes curriculares. “O material proposto oferece apoio aos professores no planejamento da aula, contribuindo para a conscientização dos alunos sobre a importância de se tornar um cidadão consciente, tanto dos seus direitos como dos seus deveres. Eles são multiplicadores na escola, em casa e na rua e observam o que está ocorrendo ao seu redor. Muitas vezes, esses alunos dialogam e ensinam os seus pais, parentes e amigos sobre o respeito com as regras de trânsito”, explica Elisangela.

Caminhos para a Cidadania em 2019
O programa teve como proposta metodológica o ensino híbrido, usando a tecnologia para formar professores e alunos. Essa é uma iniciativa inovadora, que será aperfeiçoada ao longo deste ano. Além disso, a cidade de Santa Isabel está construindo o currículo local, de acordo com a BNCC e o Currículo Paulista, e uma das competências presente é a cultura digital.

Sobre o programa de Ensino a Distância (EaD) do Caminhos para a Cidadania, a orientadora pedagógica explica que foi um desafio muito grande e inovador, pois não são todas as escolas do município que possuem uma sala de informática acessível. “Estávamos acostumados com o material didático físico, as formações in loco e fomos nos adequando. A assessoria da CCR NovaDutra sempre nos apoiou nas formações e nas devolutivas do programa, contribuindo para o término do ano letivo”, afirma a orientadora pedagógica.

A proposta do site Caminhos para a Cidadania foi construída de forma interativa, contemplando as formações, o material em download para ser desenvolvido junto aos alunos, além de sugestões de vídeos e planos de aulas.

“Participar das formações em EaD foi certamente um aprendizado que repercutiu na forma de repensar o papel da educação e o quanto a cultura digital já é uma ferramenta presente na vida dos alunos e professores. É necessário realmente inseri-la no contexto educacional para que haja compreensão da sua importância. Para 2020, a proposta é ter uma rotina centrada na formação, planejamento, acompanhamento e monitoramento do programa”, finaliza Elisangela.

Elisângela aprova as iniciativas do programa Elisângela aprova as iniciativas do programa
Autor: Divulgação